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	<title>Orey itrade</title>
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		<title>Menos trabalho e mais dinheiro?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 15:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crónica Volatilidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Numa semana absolutamente marcada pelos acontecimentos à volta de Chipre e quando as palavras austeridade, &#8220;troika&#8221;, desemprego, etc, voltam a estar mais que no ordem do dia, a vontade de acrescentar mais umas linhas a este assunto é enorme. Tenho a certeza, no entanto, que seja nas páginas deste jornal, ou de qualquer outro, seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa semana absolutamente marcada pelos acontecimentos à volta de Chipre e quando as palavras austeridade, &#8220;troika&#8221;, desemprego, etc, voltam a estar mais que no ordem do dia, a vontade de acrescentar mais umas linhas a este assunto é enorme. Tenho a certeza, no entanto, que seja nas páginas deste jornal, ou de qualquer outro, seja via blogs ou artigos de opinião, ou em quase permanência nas notícias de rodapé das televisões, as abordagens a este assunto são mais que muitas, pelo que decidi virar a agulha e falar de trabalho. <br />
 <br />
Volto a repetir a palavra trabalho, para que não fique nenhuma confusão e a mesma seja confundida com a palavra emprego. Aliás, vou falar do trabalho que dá gerar dinheiro e não do dinheiro que dá um emprego. <br />
 <br />
No fim de contas, trabalhamos para gerar dinheiro. É muito avisado e meritório o dito popular &#8220;trabalhar para aquecer&#8221;. Ninguém trabalha para aquecer, embora às vezes pareça. Trabalhamos para ganharmos dinheiro, ou, se quisermos, transformamos o nosso trabalho em dinheiro. Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. Deverá ser a mesma lógica no binómio trabalho/dinheiro. <br />
 <br />
Aceitando o acima escrito como consensual, percebe-se imediatamente que esta relação vai sendo cada vez mais eficiente e feliz quanto maior for a quantidade de dinheiro gerado com o mesmo trabalho, ou, se preferirem, ganhar cada vez mais dinheiro com menos trabalho. Dito assim, pode soar a preguiça ou ociosidade, mas é exactamente o contrário. <br />
 <br />
Vamos introduzir dois conceitos. Fontes de rendimento activas e fontes de rendimento passivas. As primeiras são aquelas em que o nosso esforço é grande e normalmente nos ocupa grande parte do tempo. São também aquelas em que o potencial de gerar dinheiro é mais limitado. O emprego do trabalhador dependente é o mais comum. Ocupamos com o mesmo a maior parte do dia e o dinheiro que geramos está limitado ao nosso vencimento mensal. Podemos até arranjar um segundo emprego, que infelizmente só vai provocar um enorme aumento de trabalho, sendo que o acréscimo de dinheiro está limitado a mais um vencimento. No limite até podemos nem dormir e estar sempre a trabalhar, mas o essencial não muda, já que o montante de dinheiro se vai manter limitado. É esta limitação logo à partida que urge combater. É como começar um jogo sabendo que nunca podemos passar do empate. Limita em si o potencial do ser humano e isso é de certeza &#8220;contra natura&#8221;. Uma fonte de rendimento passivo são os investimentos. E investir é também uma forma de trabalho. Trabalho de conhecer os produtos financeiros, trabalho de analisar os riscos e rentabilidades potenciais, trabalho de diversificar, trabalho até de assinar uma ficha de subscrição ou carregar num botão. A diferença é que depois não temos mais trabalho nenhum. Temos o dinheiro a trabalhar para nós. É um rendimento absolutamente passivo, já que não nos vai ocupar mais tempo. Até a dormir estamos a ganhar dinheiro. Aliás, a mesma lógica de quem tem uma casa arrendada. Dá trabalho, implica vigilância, provavelmente cobrar umas rendas em atraso e umas arrelias com os inquilinos, mas no final até a dormir estamos a ganhar dinheiro. <br />
 <br />
Enfim, seja por imobiliário ou investimentos, seja por &#8220;royalties&#8221; ou patentes, urge encontrar formas de rendimento passivo. Aumentar o potencial de rendimento das fontes de rendimento passivo é a única forma de colocarmos o dinheiro a trabalhar para nós.</p>
<p><em><strong>Crónica &#8220;Volatilidades&#8221;, para o jornal Vida económica (<em>Edição de 22 Março de 2013)</em><br />
Pedro Borges, Director Coordenador da Orey Financial</strong></em></p>
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		<title>O seu dinheiro: depositá-lo ou emprestá-lo?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 15:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crónica Volatilidades]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando e principalmente junto de amigos ou conhecidos, afirmo que nunca neste milénio existiram condições para ganhar dinheiro tão facilmente no âmbito dos mercados financeiros, a reação é sempre de surpresa. Imediatamente o discurso sobre o risco da economia, o risco das ações, enfim a péssima confiança em geral, são argumentos para rebater a minha opinião. <br />
 <br />
Na verdade, julgo que nunca neste milénio os mercados financeiros proporcionaram ao aforrador tradicional condições tão facilitadas para remunerarem as suas poupanças a taxas extremamente atrativas, com alguma facilidade na casa dos dois digítos e por prazos de investimento relativamente curtos, por exemplo a três ou cinco anos. <br />
 <br />
Quem esteja tentado a pensar que são necessárias grandes engenharias financeiras, ou o recurso a produtos financeiros extremamente complexos, ou até produtos com enormes riscos associados, pode desde já ficar descansado. Estou a falar de um produto extremamente simples, que me parece estar ainda muito longe das preferências do aforrador português, provavelmente demasiado concentrado somente nos normais depósitos a prazo ou certificados de aforro. Esse produto são as obrigações! <br />
 <br />
E que é então uma obrigação? De uma forma simples, uma obrigação não é mais que um título de dívida. Tão simples como emprestar dinheiro a alguém, comprar uma obrigação de uma empresa, ou de um estado, é no fundo estar a emprestar dinheiro a essa empresa ou a esse estado. A taxa de juro, vulgo cupão que essa empresa ou estado, paga pelo dinheiro que lhe emprestamos é a nossa remuneração. <br />
 <br />
Exatamente como as pessoas, também existem empresas ou estados que nos podem merecer mais ou menos confiança. <br />
 <br />
A forma como distinguimos essa confiança reflete-se no juro cobrado. Quanto maior for a confiança que temos no emitente, menor a remuneração que vamos exigir pelo dinheiro que emprestamos e vice versa. <br />
 <br />
Acreditar que o emitente da obrigação vai ou não cumprir os seus compromissos é, no fundo, a questão-chave. A remuneração é regra geral superior, diria até muito superior a qualquer depósito a prazo. É também normal que muitos emitentes paguem os cupões de forma trimestral, o que permite ao aforrador ter liquidez regularmente. <br />
 <br />
O prazo de emissão, bem como todas as características gerais são conhecidas à partida. Tudo isto coloca um peso enorme na balançadas vantagens de investir ou aforrar via obrigações. <br />
 <br />
No outro lado da balança está o risco. De uma forma simplista, o principal risco da obrigação está no facto de o emitente não honrar os seus compromissos e simplesmente não devolver o dinheiro emprestado no final do prazo. Se acha que um qualquer estado ou uma qualquer empresa não vai honrar os seus compromissos, simplesmente não lhe empreste dinheiro. <br />
 <br />
Compare, informe-se, fale com o seu banco ou intermediário financeiro. Empreste parte do seu dinheiro em vez de simplesmento o depositar. Verá que lhe pagam bem mais por isso.</p>
<p><em><strong>Crónica &#8220;Volatilidades&#8221;, para o jornal Vida económica (<em>Edição de 8 Março de 2013)</em><br />
Pedro Borges, Director Coordenador da Orey Financial</strong></em></p>
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		<title>Orey Financial na Infovalor 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 17:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orey iTrade]]></category>

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A Orey Financial voltou a participar, pela terceira vez consecutiva, na Infovalor 2011 &#8211; Feira da Poupança e do Investimento, que teve lugar em Lisboa nos passados dias 28 e 29 de Outubro.
A Orey Financial foi reconhecida nos dois anos anteriores, por parte da organização, como o expositor de referência desde a inovação à imagem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-418" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=418"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-421" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=421"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-421" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=421"><img class="size-medium wp-image-421  aligncenter" title="P1010691" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/P10106911-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A Orey Financial voltou a participar, pela terceira vez consecutiva, na Infovalor 2011 &#8211; Feira da Poupança e do Investimento, que teve lugar em Lisboa nos passados dias 28 e 29 de Outubro.</p>
<p>A Orey Financial foi reconhecida nos dois anos anteriores, por parte da organização, como o expositor de referência desde a inovação à imagem, passando pelos conteúdos e envolvimento com o público.</p>
<p>Este ano a Orey Financial, através das suas marcas Orey iTrade e Select Investments, continuou a marcar a diferença e consequentemente a retirar os melhores resultados e a cumprir os seus objectivos ( novas contas, novos clientes, mais envolvimento) da participação.</p>
<p>Ao contrário do ano passado, em que a participação foi centrada em conferências no stand em modo “sessão contínua”, este ano toda a dinâmica girou à volta de uma nova campanha intitulada <strong>&#8220;Vamos levá-lo ao Centro do Mundo &#8211; NEW YORK&#8221;</strong>, que consistiu na oferta de 10 viagens a New York.</p>
<p>Durante os dois dias do evento às 11h30, 14h30, 16h00, 17h30 e 18h30 foram oferecidas as 10 viagens. Para concorrer os participantes apenas tinham de construir uma frase criativa com pelo menos duas vantagens de ser cliente  Orey Financial. Posteriormente, e às horas definidas, foram anunciadas no stand as melhores frases para cada um dos 5 sorteios diários, seleccionadas por um painel de membros da Orey Financial.</p>
<p>Como nos anos anteriores, o stand da Orey Financial foi o que registou maior afluência, o que é reveledor do sucesso desta campanha de comunicação e da dinâmica pensadas para este evento.</p>
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		<title>Team Around the World: Melbourne (Austrália)</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 16:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Team Around The World]]></category>

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Melbourne, uma cidade absolutamente maravilhosa com uma arquitectura, que a nosso ver, rivaliza bastante com a de Sydney, foi onde demos inicio à nossa Road Trip.

A Federation Square foi o nosso ponto de eleição. Uma praça de caracter desconstrutivista, ao nível das obras de Frank Gehry, replecta de cafés e restaurantes ladeados por mobiliario urbano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-408" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=408"><img class="size-medium wp-image-408  aligncenter" title="Melbourne 2" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/Melbourne-2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Melbourne, uma cidade absolutamente maravilhosa com uma arquitectura, que a nosso ver, rivaliza bastante com a de Sydney, foi onde demos inicio à nossa Road Trip.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-407" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=407"><img class="size-medium wp-image-407  aligncenter" title="Federation Sq em Melbourne 1" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/Federation-Sq-em-Melbourne-1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>A Federation Square foi o nosso ponto de eleição. Uma praça de caracter desconstrutivista, ao nível das obras de Frank Gehry, replecta de cafés e restaurantes ladeados por mobiliario urbano absolutamente convidativo, foi dos sitios mais singulares que encontrámos com uma atmosfera meio boémia-chic.</p>
<p>Embora tenhamos adorado esta cidade, a nossa passagem foi curta pois tinhamos data marcada para levantar a  campervan que seria a nossa casa-carro durante os proximos 10 dias.</p>
<p>Claro está que, por razões óbvias, não poderiamos deixar de visitar a Rod Laver Arena, no Melbourne Park para o Tato ver o espaço onde, anualmente, acontece o Australian Tennis Open.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-409" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=409"><img class="size-medium wp-image-409  aligncenter" title="Melbourne Park_Rod Laver Arena4" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/Melbourne-Park_Rod-Laver-Arena4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Daí seguimos então para a garagem da Spaceship, o rent-a-car onde alugámos a campervan e seguimos viagem até Lorne.</p>
<p>A conduzir à esquerda, ou seja, do lado errado da estrada e no lado errado do carro, acostumámo-nos rapidamente até porque o limite máximo é de 100km/h e os australianos são bastante civilizados na estrada.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-410" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=410"><img class="size-medium wp-image-410  aligncenter" title="Lorne 2" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/Lorne-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>No campismo, em Lorne, conhecemos um casal de franceses que andava a viajar na Austrália há 6 meses e que nos recomendaram que no dia seguinte fizessemos um desvio que nos levaria a um troço de estrada onde encontrariamos dezenas de koalas nos eucaliptos.<br />
Assim fizémos!</p>
<p>Foi absolutamente mágico!! À medida que íamos passando na estrada bastava olhar para a copa das árvores e lá estavam estes animais simpáticos a dormir ou a comer folhas.</p>
<p>Estacionámos na beira da estrada para tirar fotografias e a cada 5 minutos que passavam mais um carro parava com o mesmo intuito que nós.</p>
<p>De &#8220;barriga cheia&#8221; continuámos a nossa viagem maravilhados com o que tinhamos visto.</p>
<p>Sem planos marcados continuámos pela Great Ocean Road, uma espécie de estrada do Guincho, que se estende por centenas de quilómetros e que foi construída em homenagem aos soldados que lutaram na 1ªGM.</p>
<p>Todos os dias ficávamos numa cidade diferente e dormiamos sempre em parques de campismo que eram, regra geral, fora de série. Contrariamente ao que era por nós expectável, encontrar adolescentes e pessoas mais jovens, acabávamos por ver muita gente nova mas uma grande maioria eram pessoas já reformadas com as suas autocaravanas. Sempre em grandes grupos e a divertirem-se que nem &#8220;teenagers&#8221;.<br />
Tanto assim, que muitas foram as vezes em que a Susana ia lavar os dentes aos balneários e encontrava uma, ou mais, senhoras a lavarem as suas placas..!!</p>
<p>Resumindo, adorámos perceber que existem países onde as pessoas vivem a vida ao máximo mesmo na idade da reforma.</p>
<p>Aliás, em conversa com alguns destes &#8220;seniors&#8221; como eles se intitulam, percebemos as imensas regalias que as pessoas de 65+ têm, o que justificava bastante o ar feliz que sempre aparentavam.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-411" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=411"><img class="size-medium wp-image-411  aligncenter" title="twelve apostoles 1" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/twelve-apostoles-1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Seguindo viagem fomos parar a uma zona muito semelhante à nossa Costa Vicentina onde vimos umas formações rochosas com o nome de &#8220;12 apóstolos&#8221; mas que na realidade são só 6 devido à forte erosão ao longo das décadas.</p>
<p>Torquay, chamada Surf City, foi o destino que se seguiu. Cidade onde nasceu a marca Rip Curl e onde existiam umas 1000 lojas de surf por metro quadrado, esta cidade plantada à beira mar era mesmo ao lado da famosa Bells Beach, famosa pelos campeonatos mundiais de surf. Um must para surfistas!!</p>
<p>Nos dias seguintes estavamos numa euforia porque íamos ficar 2 noites em Phillip Island para visitar o Koala Conservation Centre e assistir à Penguin Parade. </p>
<p>Quando lá chegámos tivemos que descobrir o nosso camping em menos de 1h e seguir directamente para a praia onde iriamos ver os pinguins pois a parada estava prestes a começar.</p>
<p>Já na praia apercebemo-nos da tarefa árdua que estes pequenos animais azuis enfrentam, diariamente, para atravessarem a areia desde a água até às suas tocas. Estas criaturas de cerca de 30cm de altura chegam a fazer inúmeras investidas para sair da água rumo às dunas, local onde se sentem seguros para passar a noite. Ao menor sinal de insegurança fogem para a água para se sentirem protegidos contra os albatrozes, os seus predadores mais temíveis. Foi uma experiência única da qual temos imensa pena de não ter registo fotográfico mas como era de noite e os pinguinzitos se assustariam com o flash, não era permitido tirar fotografias.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-412    aligncenter" title="Koala Conservation Centre 2" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/Koala-Conservation-Centre-2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p>No dia seguinte tivemos o encontro mais espectacular com koalas no centro de conservação, um espaço imenso ao ar livre, onde andámos numas passadeiras de madeira, estrategicamente elevadas junto às copas das árvores, ficando apenas a 1 metro dos koalas. Uma loucura!</p>
<p>À saída de Phillip Island ainda nos deliciámos com uma bela tablete de chocolate que comprámos numa fábrica de chocolate à saída da ilha.</p>
<p>E, deixando para trás a Great Ocean Road e esta pequena ilha conduzimos rumo a Sydney.</p>
<p>Passámos algumas cidades engraçadas mas sem grande relevo para esta crónica, à excepção de uma agradável surpresa que foi Merimbula, uma pequena cidade com casas fabulosas e com um enorme lago onde tivemos a oportunidade de ver pelicanos ao por do sol!</p>
<p>Daí continuámos até Sydney onde entregámos a nossa campervan e apanhámos o voo para a Nova Caledónia no dia seguinte&#8230;</p>
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		<title>Team Around the World: Sidney (Austrália)</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 15:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Team Around The World]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido aos imprevistos da Mãe natureza os nossos planos para a Austrália tiveram que ser redesenhados, pois gande parte das zonas que íamos visitar tinha sido recentemente afectada pelas cheias e pelo ciclone. Não foi mau de todo porque este foi um dos países ao qual queremos regressar um dia. Talvez pela quantidade de imprevistos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devido aos imprevistos da Mãe natureza os nossos planos para a Austrália tiveram que ser redesenhados, pois gande parte das zonas que íamos visitar tinha sido recentemente afectada pelas cheias e pelo ciclone. Não foi mau de todo porque este foi um dos países ao qual queremos regressar um dia. Talvez pela quantidade de imprevistos que se sucederam&#8230;</p>
<p>Chegados a Sydney voltámos a ser desconhecidos na multidão, coisa que raramente acontecia na nossa passagem pela Ásia, e isso reconfortou-nos bastante.  Iniciámos os nossos dias em Sydney pelas praias, como não podia deixar de ser.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-396" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=396"><img class="size-medium wp-image-396  aligncenter" title="Passeio da Coogee à Bondi beach" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/Passeio-da-Coogee-à-Bondi-beach1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Uma caminhada de cerca de 4h levou-nos da Coogee à Bondi beach, famosa pelos apaixonados do surf. Apesar de espectacular, a nossa eleição foi, sem sombra de dúvida, para a Manly beach a qual fica do lado oposto ao da Ópera e, por esta razão, tem que se apanhar o barco de onde se podem vêem as vistas mais deslumbrantes da Harbour Bridge e da Ópera de Sydney. </p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-397" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=397"><img class="size-medium wp-image-397  aligncenter" title="Sydney Opera House com vista para a Harbour Bridge" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/Sydney-Opera-House-com-vista-para-a-Harbour-Bridge-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-398" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=398"><img class="size-medium wp-image-398  aligncenter" title="Sydney Opera House" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/Sydney-Opera-House-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>A Ópera, um dos exlibris da cidade, parecia uma jóia pousada à beira-mar. O simples facto de que este projecto, assinado pelo dinamarquês Jørn Utzon, tinha sido inicialmente eliminado do concurso de arquitectura, para mais tarde vir a ser repescado por um membro do júri que o achou absolutamente sublime, levou-nos a pensar qual a história que esta cidade teria para contar caso outra obra ocupasse o seu lugar, tendo em conta que até em animações como o &#8220;Finding Nemo&#8221; Sydney é identificada pela sua intemporal Ópera!</p>
<p style="text-align: center;">  <img class="size-medium wp-image-399    aligncenter" title="vista aérea da Torre de Sydney" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/vista-aérea-da-Torre-de-Sydney-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p>Ao segundo dia já nos tinhamos cruzado com koalas, crocodilos e cangurus.. no zoo, é certo, mas para nós habituados a outro tipo de animais e a quem tinham impedido o sonho de ver pandas no zoo de Tokyo, ver koalas e cangurus foi verdadeiramente fascinante! </p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-399" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=399"></a><a rel="attachment wp-att-401" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=401"><img class="aligncenter size-medium wp-image-401" title="photo 5" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/photo-51-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a> </p>
<p>Nos dias seguintes quase nunca parámos. Saíamos do hostel de manhã e regressávamos já de noite. Subimos a torre de Sydney onde conseguimos uma vista a 360° de toda a cidade; passeámos pelo Darling Harbour que é uma zona super dinâmica cheia de esplanadas, cafés e restaurantes, ladeada por alguns edificios de habitação simplesmente fabulosos.  Sentimos, em todos os momentos, que a cidade respirava boa disposição e isso talvez se devesse ao facto de ter uma população muito jovem e também a um enorme segmento de turistas nos seus 20&#8217;s que vão para lá com o intuito de arranjar &#8220;short-term jobs&#8221;. Os anuncios para estes  trabalhos temporários estavam afixados em tudo o que era hostel e a oferta recaía maioritariamente em coisas como apanha de fruta, serviços de restauração ou mesmo babysitting, apenas para citar alguns. </p>
<p>Quando os nossos dias em Sydney estavam a terminar e percebemos que os planos que tínhamos feito para fazer a costa Este tinham ido mesmo por água abaixo, decidimos aceitar a sugestão da Hallie e apanhámos um comboio que, em 2h, nos deixou em Port Stephens.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-400" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=400"><img class="size-medium wp-image-400  aligncenter" title="photo 4" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/photo-4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A Hallie, uma australiana nos seus 50, com o espirito de 20 e com um humor absolutamente genial era a senhora que trabalhava na mini agencia de viagens do nosso hostel.  Chegados a Port Stephens, uma cidade que devido à sua geografia é um porto natural, ficámos num camping cujos donos trabalhavam em parceria com instituições que recolhiam animais feridos ou abandonados.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-402" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=402"><img class="size-medium wp-image-402  aligncenter" title="photo 3" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/photo-31-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foi então que descobrimos, para nossa surpresa e regozijo, que no camping moravam uma canguru(a), a Josie, e um koala, o Joseph!  Fomos avisados que a Josie andava à solta pelo jardim onde estavam as nossas tendas e que por vezes interagia. Assim foi!!! Houve um dia que deixei o meu pareo a secar fora da tenda e no dia seguinte fui brindada com o mesmo todo roído e rasgado, bem como com as necessidades fisiológicas que a Josie entendeu fazer durante aquela noite <img src='http://www.oreyitrade.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Também interessante, e não menos curioso, foi a noite em que chovia a cantaros e depois da chuva achámos que tinhamos um porco espinho ou um javali a circundar-nos a tenda. Viémos a saber, na manhã seguinte, que o javali era mesmo o koala Joseph que à noite desceu da árvore em que estava à procura de outra. </p>
<p>Last but not least&#8230; um belo dia enquanto jantavamos na cozinha comum seguimos o olhar dos demais para encontrar um possum gigante nas vigas de madeira a olhar os hospedes com um ar pachorrento como quem espera por um pedaço de comida e, como se isso não fosse suficiente, quando o Ricardo se levantou para irmos lavar os pratos descobriu que nas costas da cadeira dele estava uma aranha cheia de pelos com cerca de 6cm que mais parecia uma tarantula!! Welcome to Aussie land <img src='http://www.oreyitrade.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> )) </p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-403" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=403"><img class="size-medium wp-image-403  aligncenter" title="Wallaby bebe resgatado" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/Wallaby-bebe-resgatado-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>No dia seguinte, antes de voarmos para Melbourne onde iniciariamos a nossa road trip ainda, tivemos a oportunidade de dar uns mimos a um wallaby bebé (especie de canguru) com cerca de 20cm, cuja mãe tinha sido atropelada e ele tinha acabado de ser resgatado pela equipa do campismo.  As nossas aventuras da road trip pela Great Ocean Road ficam para contar na próxima crónica!</p>
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		<title>Team Around the World: Malásia</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 15:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Team Around The World]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em busca dos macacos Proboscis seguimos rumo a Kota Kinabalu na ilha do Borneo, Malásia.
Chegámos nas vésperas do ano novo chinês e a cidade estava toda enfeitada para o evento, o que para nós prometia ser uma nova experiência a testemunhar..!
No entanto, ao fim do primeiro dia de sightseeing rapidamente nos apercebemos que a cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-386" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=386"><img class="aligncenter size-medium wp-image-386" title="photo 3" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/photo-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Em busca dos macacos Proboscis seguimos rumo a Kota Kinabalu na ilha do Borneo, Malásia.</p>
<p>Chegámos nas vésperas do ano novo chinês e a cidade estava toda enfeitada para o evento, o que para nós prometia ser uma nova experiência a testemunhar..!</p>
<p>No entanto, ao fim do primeiro dia de sightseeing rapidamente nos apercebemos que a cidade se resumia a centros comerciais gigantescos, com temperaturas que rondavam os 15° e, maioritariamente, despidos de pessoas. Eram locais absolutamente impessoais com inúmeras lojas semelhantes às nossas triviais &#8220;lojas do chinês&#8221; em Portugal.</p>
<p>Continuámos o nosso reconhecimento da zona passando pelos mercados locais mas a dada altura a Susana já estava a sentir-se bastantes indisposta, pelo que regressámos ao hotel. A juntar às fortes dores de cabeça, que não passavam, juntaram-se dores musculares e abdominais.</p>
<p>A nossa preocupação era certificarmo-nos de que não era malária, pois tinhamos passado muito tempo na Índia e nas Filipinas. Foi então que a equipa do hotel se predispôs a ajudar-nos e nos levou ao hospital. Lá fomos todos parar ao Sabat Private Hospital onde os resultados das análises não acusaram malária mas sim leptóspirose. Felizmente foi detectado ainda em estado quase embrionário, embora as dores fossem insuportáveis.</p>
<p>A nossa estadia em Kota Kinabalu estava a ficar cada vez mais emocionante&#8230; A perspectiva era ficar uma noite a soro e antibióticos e ver como o organismo reagia. Apesar de não acusar nada nas análises, o Ricardo acabou por apresentar sintomas semelhantes pelo que acabámos por ficar ambos internados.</p>
<p>Em vez de 1 noite acabámos por ficar 4. E como se não bastasse estar num hospital a milhares de kms de casa parecia que tudo, durante esses dias, nos relembrava disso. Não só a Susana passou o aniversário a soro no hospital mas também as refeições que nos serviam só nos davam vontade de rir/ chorar&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-385" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=385"><img class="size-medium wp-image-385  aligncenter" title="photo 5" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/photo-5-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Pequeno Almoço (7h) &#8211; panrico com maionese e ovo mexido e para beber Milo com água (lembram-se do nosso Milo? esse mesmo <img src='http://www.oreyitrade.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Almoço (11h) &#8211; spicy thai noodles e para beber Milo</p>
<p>Jantar (18h) &#8211; galinha agridoce e para beber Milo</p>
<p>O interessante no meio disto tudo foi que esta comida era servida a pessoas que estavam a soro&#8230;! <img src='http://www.oreyitrade.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Finalmente tivémos alta mas apesar da vontade de ir fazer trekking ser grande ainda estavamos bastante combalidos para ir onde quer que fosse, e já não nos restavam muitos dias antes de seguirmos rumo à Austrália, pelo que acabámos por ver os engraçados Proboscis no Wildlife Park de Kota Kinabalu.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-387" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=387"><img class="aligncenter size-medium wp-image-387" title="photo 2" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/06/photo-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
Escusado será dizer que, como nesta terra andavamos em maré de sorte, o raio dos Proboscis estavam todos a dormir bem na copa das árvores o que nos dificultou a reportagem fotográfica..</p>
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		<title>Team Around the World: Boracay, Cebu e Bohol (Filipinas)</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 18:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Team Around The World]]></category>

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		<description><![CDATA[
De Manila seguimos o conselho dos nossos amigos Filipinos para irmos até Boracay, uma outra ilha, pois disseram-nos que a areia era fina como pó de talco e a água era mais azulinha que a de Coron. E confirmou-se! Um areal com 5km, água turqueza de um lado e restaurantes e lojas do outro.
O dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-355" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=355"><img class="aligncenter size-medium wp-image-355" title="photo 2" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo-21-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>De Manila seguimos o conselho dos nossos amigos Filipinos para irmos até Boracay, uma outra ilha, pois disseram-nos que a areia era fina como pó de talco e a água era mais azulinha que a de Coron. E confirmou-se! Um areal com 5km, água turqueza de um lado e restaurantes e lojas do outro.</p>
<p>O dia da chegada foi um misto de acre e doce pois o cenario era lindissimo mas quando chegámos ao nosso hotel reparámos que nos tinham dado um quarto SEM JANELA!!!!!!! Tivemos que ficar a primeira noite mas felizmente conseguimos mudar para um outro todo minimalista que acabou por ser o nosso poiso nos restantes 3 dias.</p>
<p>O tempo nem sempre ajudou no sightseeing pois ainda apanhámos 2 dias de chuva mas a comida compensou por tudo o resto.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-357" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=357"><img class="aligncenter size-medium wp-image-357" title="photo" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Os nossos amigos tinham-nos falado dos shakes do Jonah&#8217;s, um cafezinho literalmente plantado na praia, que foi nosso destino diário pelos seus shakes de 1/2L de manga por apenas €1&#8230;</p>
<p>À noite divertiamo-nos a ver os desfiles de moda protagonizados pelos Coreanos, o maior número de turistas encontrado na ilha. Os casais geralmente vestiam t-shirts iguais e quando posavam para tirarem fotografias faziam as maiores acrobacias que nos levavam às lágrimas de tanto rir. São claramente muito diferentes dos povos latinos, ou então sao os povos latinos que reparam nestas coisas todas&#8230;</p>
<p>Passados estes dias de praia seguimos rumo a Cebu, a segunda cidade Filipina, desta vez noutra low cost, a Seair.</p>
<p>Foi um voo que teve um final feliz apesar de mal cabermos dentro do avião..!</p>
<p>Durante toda a nossa estadia nas Filipinas, especialmente em Cebu, tinhamos 2 petiscos preferidos: fast food no Jolibee e pacotes de manga seca.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-359" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=359"><img class="aligncenter size-medium wp-image-359" title="photo 5" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo-51-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>O Jolibee é a maior cadeia de fast food nas Filipinas e vende mais do que o McDonalds e o KFC. A especialidade deles é o chicken BBQ que é absolutamente delicioso, de comer e chorar por mais&#8230;.!</p>
<p>No caso das mangas podemos dizer que a manga está para os Filipinos como a maçã está para os Portugueses.</p>
<p>Por isso desde manga seca, manga fresca, sumos de manga, shakes de manga são uma constante e uma pequena maravilha para quem aprecia o fruto!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-361" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=361"><img class="aligncenter size-medium wp-image-361" title="photo 4" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo-41-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><a rel="attachment wp-att-360" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=360"></a></p>
<p>Por falar em Portugueses, foi particularmente interessante visitar a Cruz de Magalhães, que é hoje um simbolo do catolicismo nas Filipinas, e que foi ali colocada por exploradores portugueses e espanhois comandados por Fernão de Magalhães, aquando da sua chegada à ilha em 1521.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-358" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=358"><img class="aligncenter size-medium wp-image-358" title="photo" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foi também em Cebu que tivemos das experiencias mais cómicas em termos de alojamento, pois quando chegámos ao El Salvador Beach Resort, nome pomposo, deparámo-nos com 30m de areia entre 2 pontões com rampa lateral de acesso a barcos de pesca&#8230; daí o nome Beach Resort!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-365" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=365"><img class="aligncenter size-medium wp-image-365" title="photo 4" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo-43-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>A paragem seguinte foi um destino imperdível, a ilha de Bohol, conhecida pelos Chocolate Hills e por ser o habitat do primata mais pequeno do mundo, os pequeninos Tarsiers.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-366" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=366"></a><a rel="attachment wp-att-369" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=369"><img class="aligncenter size-medium wp-image-369" title="Tarsier Sanctuary Bohol" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/Tarsier-Sanctuary-Bohol-222x300.png" alt="" width="222" height="300" /></a> </p>
<p>Fomos visitá-los numa reserva natural protegida e, apesar deles serem extremamente envergonhados e virarem a cara sempre que nos aproximávamos, ainda conseguimos tirar-lhes umas quantas fotografias.</p>
<p>E foi ao lado destas pequenas e timidas criaturas que nos despedimos deste país onde passámos 3 belas semanas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-366" title="photo 6" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo-6-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p>Next stop&#8230; com alguns imprevistos (!) Kota Konabalu no Borneo, Malásia..</p>
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		<title>Team Around the World: Manila e Coron (Filipinas)</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 18:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Classificação]]></category>

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		<description><![CDATA[A  nossa chegada às Filipinas foi bastante diferente da chegada aos outros países. Fomos recebidos por uma amiga Filipina que mora em Londres mas que estava a passar ferias com a familia que, por sua vez, mora em Manila.
Trataram-nos como membros da familia e podemos dizer que os dias de Manila foram dias de puro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A  nossa chegada às Filipinas foi bastante diferente da chegada aos outros países. Fomos recebidos por uma amiga Filipina que mora em Londres mas que estava a passar ferias com a familia que, por sua vez, mora em Manila.</p>
<p>Trataram-nos como membros da familia e podemos dizer que os dias de Manila foram dias de puro ócio passados ora em gandes refeições, ora a visitar a créme de la créme que a cidade tem para oferecer.</p>
<p>A parte mais histórica da cidade, a zona &#8216;intra muros&#8217;, foi onde pudémos testemunhar a maior herança dos tempos coloniais espanhóis.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-381" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=381"><img class="aligncenter size-medium wp-image-381" title="photo 5" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo-53-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A Susana até descobriu que houve um pintor &#8216;Luna&#8217; que não só partilhava o mesmo apelido que ela, mas também assinava os quadros como ela assina.. no mínimo, interessante!</p>
<p>Manila é uma cidade extremamente grande e bem organizada para os 13 milhões de habitantes que nela habitam. As ruas e avenidas parecem auto-estradas e a frente de mar confere-lhe um ar desafogado e arejado, apesar dos 90% de humidade que geralmente se faziam sentir.</p>
<p>Passados os dias de Manila seguimos para a ilha de Coron na low cost mais famosa das Filipinas, a Cebu Pacific.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-349" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=349"><img class="aligncenter size-medium wp-image-349" title="photo 3" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Coron é apenas uma das ilhas do arquipelago de Busuanga e por isso pudémos alugar um catamaran que, durante 3 dias, nos levou a visitar grande parte das ilhas vizinhas.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-350" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=350"><img class="aligncenter size-medium wp-image-350" title="photo 2" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/photo-2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Saíamos pela manhã e andávamos todo o dia a saltar de ilha em ilha, a fazer snorkeling ao largo de ilhas que pareciam cenários retirados da National Geographic.</p>
<p>Ao fim da tarde íamos sempre a um hot-spring. No primeiro dia fomos num triciclo, o meio de transporte utilizado na ilha, nós os 2, a nossa amiga Filipina e mais uma outra amiga que se tinha juntado, o motorista e o nosso guia, durante 30mins numa estrada de areia onde parecia que, a todo o momento, alguém ia caír ou saltar fora. Finalmente, quando chegámos, por apenas €1, pudémos banhar-nos em 4 hot-springs diferentes com temperaturas entre os 35° e os 42°.</p>
<p>Nada melhor para terminar o dia!!</p>
<p>No segundo dia o hot-spring visitado foi ainda durante o passeio de catamaran, pois só era acessivel por mar.</p>
<p>Absolutamente escondido atrás de uma vegetação compacta (mangrove) conseguimos lá chegar, meio a pé, meio a nado, até encontrarmos umas piscinas naturais que estavam completamente por nossa conta. Um sonho!</p>
<p>No dia de regresso aproveitámos para nos levantar cerca das 5h da manhã para subir uns 1000 degraus e poder desfrutar do mais magnifico nascer do sol num dos montes mais altos da ilha.</p>
<p>Depois do pequeno almoço voámos para Manila para celebrarmos o aniversário da nossa amiga Filipina junto da familia e amigos dela. Mais um dia bem passado!</p>
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		<title>Team Around the World: Kyoto e Osaka (Japão)</title>
		<link>http://www.oreyitrade.com/blog/?p=296</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Jan 2011 18:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Team Around The World]]></category>

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		<description><![CDATA[3h de viagem no Shinkansen, comboio &#8216;bala&#8217;, levaram-nos à romantica cidade de Kyoto.

Se no Mt Fuji apenas tinhamos sentido o frio negativo e visto a neve ao longe, em Kyoto fomos recebidos debaixo de um manto de flocos de neve bem branquinha.
Foi nesta cidade, de grande herança histórica devido a ter sido poupada durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">3h de viagem no Shinkansen, comboio &#8216;bala&#8217;, levaram-nos à romantica cidade de Kyoto.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-312" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=312"><img class="size-large wp-image-312 aligncenter" title="photo" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/photo-352x470.jpg" alt="" width="149" height="326" /></a></p>
<p>Se no Mt Fuji apenas tinhamos sentido o frio negativo e visto a neve ao longe, em Kyoto fomos recebidos debaixo de um manto de flocos de neve bem branquinha.</p>
<p>Foi nesta cidade, de grande herança histórica devido a ter sido poupada durante a II GM, que passamos o mais insólito fim de ano das nossas vidas.</p>
<p>Resolvemos ser &#8220;romanos em roma&#8221; por isso depois do reveillon, a 2, seguimos em romaria aos templos como manda a tradição niponica!</p>
<p>A romaria começou a desenhar-se nas ruas cerca das 23h e passados 30mins estavamos no meio de uma multidão que lembrava os tempos dourados dos concertos em Alvalade.</p>
<p>Percebemos que o portão do templo estava fechado, com um cordão de policia que mantinha as pessoas ordeiramente organizadas e começámos a preparar-nos à espera das 00h00!</p>
<p>23h40</p>
<p>23h50</p>
<p>00h00 e&#8230;?! Nada&#8230;</p>
<p>00h10</p>
<p>00h20</p>
<p>00h30 e&#8230; finalmente os portões abriram e as pessoas começaram a avançar, escadaria acima.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-313" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=313"><img class="aligncenter size-medium wp-image-313" title="photo 5" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/photo-52-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Contrariamente ao ambiente espiritual que esperavamos testemunhar fomos abalrroados por filas interminaveis de barraquinhas, bem ao estilo da feira popular, que vendiam desde espetadas de galinha a maçãs do amor&#8230;.(!)</p>
<p>Não percebemos!! Mas foi assim, um fim de ano memorável passado no templo de Gijon no districto das Gueishas, tão bem descrito em &#8220;Memorias de uma Gueisha&#8221; de Arthur Golden.</p>
<p>Os primeiros dias de 2011 foram absolutamente extraordinários porque Kyoto tem 1001 atracções para visitar, o que fez com que não parassemos, a não ser para dormir.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-317" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=317"><img class="aligncenter size-medium wp-image-317" title="photo 3" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/photo-32-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Conseguimos visitar 2 obras de Tadao Ando, arquitecto de renome internacional que se destacou por ser auto-didacta: o &#8220;Jardim das Belas Artes&#8221; e a &#8220;Igreja da Luz&#8221;, sendo o primeiro um espaço de arte ao ar livre onde pudémos ver reproduções gigantes de obras como a Última Ceia, O Julgamento Final e algumas obras dos impressionistas Renoir e Van Gogh.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-316" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=316"><img class="aligncenter size-medium wp-image-316" title="photo" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/photo2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>A segunda, uma igreja invulgarmente conseguida em betão à vista onde conseguimos chegar numa viagem de 1 dia, nos arredores de Osaka. Sendo esta igreja uma atracção turistica e que apenas pode ser visitada com marcação (o que não tínhamos) fomos literalmente escorraçados pelo padre quando tentámos espreitar para o seu interior. Ainda assim, conseguimos umas boas fotografias e valeu pelo passeio.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-315" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=315"><img class="aligncenter size-medium wp-image-315" title="photo" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/photo1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a rel="attachment wp-att-314" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=314"></a></p>
<p>Um dos pontos altos da nossa passagem em Kyoto foi em Nara onde pudémos dar comida aos veados que se passeavam pelos jardins dos templos e que se ensinuam aos turistas a fim de serem premiados com umas bolachinhas que ali se vendiam com este proposito..!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-314" title="photo 5" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/photo-53-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p>Os passeios pelo &#8220;Bamboo Path&#8221; e &#8220;Inari Shrine&#8221; foram dos mais poéticos que fizémos. Parecia que tinhamos sido transportados para outra dimensão. No primeiro porque durante horas estivemos ladeados por uma floresta de bambus que tinham, em média ø15cm e 15m de altura, absolutamente idilico.</p>
<p>No segundo, fomos completamente seduzidos pela constante neve que ia deixando um manto branco à medida que atravessávamos os intermináveis corredores de estacas laranjas com inscrições incognitas para nós.</p>
<p>O som da neve a caír enfatizava o silencio do lugar, envolvendo-nos numa aura de misticismo.</p>
<p>Passada a primeira semana de 2011 regressámos a Toquio para apanhar o voo para as Filipinas.</p>
<p>E foi assim, com muita pena, que deixámos o país que esteve sempre acima de quaisquer expectativas e que recomendamos vivamente!!</p>
<p>E depois de 7h de voo aterrámos em Manila às 20h00 com 28°C&#8230;Para uma próxima crónica&#8230;</p>
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		<title>Team Around the World: Monte Fuji (Japão)</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 18:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Team Around The World]]></category>

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		<description><![CDATA[A paisagem é absolutamente magnifica e, apesar do frio aterrador, a única zona onde havia neve era mesmo no Mt Fuji, devido aos seus 3776 metros de altitude.
Foram uns dias calmos para recarregarmos as baterias que perdemos na loucura de Tóquio. E, novamente, os nossos dias giraram um pouco em torno da comida. Quando chegámos ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A paisagem é absolutamente magnifica e, apesar do frio aterrador, a única zona onde havia neve era mesmo no Mt Fuji, devido aos seus 3776 metros de altitude.</p>
<p>Foram uns dias calmos para recarregarmos as baterias que perdemos na loucura de Tóquio. E, novamente, os nossos dias giraram um pouco em torno da comida. Quando chegámos ao hostel recomendaram-nos um restaurante que servia comida local simplesmente maravilhosa. Houtou Udon, um dos pratos típicos, consistia numa terrina que vinha para a mesa a ferver e lá dentro vinham legumes cozinhados com uns noodles que tinham cerca de 3cm de largura&#8230; um &#8220;must&#8221;!!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-306" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=306"><img class="aligncenter size-full wp-image-306" title="photo 3" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/photo-31.jpg" alt="" width="240" height="320" /></a></p>
<p>Ainda no passeio gastronómico&#8230; Perdido, no meio desta vila, estava um supermercado que vendia géneros mais elaborados que qualquer uma loja <em>gourmet</em> em Lisboa. Até bolachas Maria portuguesas encontrámos!!!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-308" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=308"><img class="aligncenter size-full wp-image-308" title="photo 2" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/photo-21.jpg" alt="" width="240" height="320" /></a></p>
<p>Continuámos fascinados com o nível de qualidade que este povo tem em TUDO!! Apetece comprar tudo o que está para venda nas prateleiras e, como se não bastasse, para aumentar a nossa gula, em cada corredor do supermercafo ofereciam grande parte das iguarias ali vendidas para os consumidores experimentarem. Escusado será dizer que este destino foi um ponto alto da nossa estadia no Mt Fuji!!! Todos os dias tinhamos paragem obrigatória por lá.</p>
<p>No dia de Natal, apesar do frio, resolvemos alugar umas bicicletas e dar um passeio pelo lago Kawaguchiko, 1 dos 5 lagos nas imediações do Mt Fuji, e de onde pudemos observar e contemplar as mais bonitas vistas do monte.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-309" href="http://www.oreyitrade.com/blog/?attachment_id=309"><img class="aligncenter size-large wp-image-309" title="photo 5" src="http://www.oreyitrade.com/blog/wp-content/uploads/2011/02/photo-51-470x352.jpg" alt="" width="397" height="296" /></a></p>
<p>O cenário era absolutamente idílico mas quando saímos das bicicletas, ao fim de 1h30, se os nossos pés tocassem numa parede de certeza que se iam partir, tal era o frio (cerca de 1°C).</p>
<p>E de pensar que ao longo do nosso passeio vimos dezenas de patos a nadar, alegremente no lago, como se estivessem uns 25°C&#8230;</p>
<p>Apesar de nos termos deliciado com a paisagem no sopé do monte, tivemos pena de não poder ver o nascer do sol do pico Goraiko, pois a época oficial de escalada é só entre Julho e Agosto. Se tivessemos ido, à revelia e com as temperaturas negativas que se verificavam, seguramente não estariamos aqui a escrever esta crónica&#8230;</p>
<p>Apesar dos seus 25 mil habitantes, não nos cruzámos com muita gente em Kawaguchiko e, o nosso hostel também estava relativamente vazio pelo que aproveitámos a enorme cozinha e resolvemos cozinhar o nosso jantar de Natal.</p>
<p>Lá fomos nós ao Ogino, o supermercado local, onde procurámos os igredientes para fazer um belo Bacalhau à Bráz.. Foi com grande pena que constatamos que não havia bacalhau à venda, pelo que improvisámos um Frango à Bráz.. e assim se passou a nossa consoada!</p>
<p>No dia seguinte o destino seria a zona rural de Takayama, no entanto chegou-nos aos ouvidos que esta zona estava debaixo de um manto de neve e que a temperatura estava bem abaixo dos 0°C. Decidimos ficar mais um dia em Kawaguchiko e antecipámos um pouco o nosso destino seguinte: Kyoto!</p>
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